Terror em Silent Hill

Sinopse
Rose não consegue aceitar a idéia de que a filha Sharon está morrendo por uma doença fatal. Sob os protestos do marido, ela foge com a filha, com a intenção de levá-la a um curandeiro. No caminho, ela acaba adentrando um portal que as conduz a assustadora e deserta cidade de Silent Hill.

Sharon desaparece em Silent Hill, e Rose segue o que pensa ser a silhueta da filha por toda a cidade. Logo fica claro que a cidade é diferente de tudo o que ela já viu. O local é habitado por diversas criaturas e uma escuridão viva que desce e literalmente transforma tudo o que toca.

Os habitantes humanos que restaram lutam uma batalha inútil contra a Escuridão. Ajudada por uma policial chamada Cybil, que foi enviada para resgatar ela e a filha, Rose procura pela menininha enquanto descobre a história de Silent Hill e que Sharon é apenas mais uma peça de um jogo bem maior.

Opinião
Pra mim já começou bem: açãozinha e Radha Mitchell. Adóóóóro Radha Mitchell! Tudo que vi dela gostei. O trabalho dela é bem simples, “clean”, na medida certa. A atuação dela me lembra um pouco Jodie Foster até, aquela coisa onde pouco é muito, sabe? Muito bom. Observem.

Eu nem sabia que o filme era com ela, então foi uma boa surpresa. E como eu disse, o filme já começou bem, com um suspensezinho em um lugar escuro e escorregadio. A premissa também era boa: uma criança (a filha da Radha) desaparecida numa cidade fantasma e mal assombrada, névoa por toda parte. Essa coisa de pequena sociedade fechada sempre me atrai, é bem intrigante, eu acho.

Eu também não sabia que o filme era baseado em um jogo, mas desconfiei quando vi umas criaturazinhas esquisitas surgindo do nada. Pensando nisso agora, até que faz sentido, mas na hora não fez muito. Pouco depois disso, começo a ouvir uns sons disconexos, uns arranhões e bate-latas, demorei pra sacar que era a trilha sonora! Aff. Mas tudo bem.

O filme seguiu num bom ritmo. A trama me deixou curiosa, queria saber onde aquilo ia parar! Porém, o filme tomou um rumo bem diferente do que parecia anunciar. Coisas novas apareceram, novos personagens e criaturas. Algo meio “festa estranha com gente esquisita”, sabe? Mas não achei ruim porque, como disse, eu tava disposta a ver onde aquilo ia dar.

Segue então o básico filme de suspense, com direito a flashback em forma de filminho pra explicar os acontecimentos precedentes ao filme. Não vou contar o fim, claro, mas digo que ainda não sei se aprovo ou não. Nao foi ruim, mas… decepcionante, eu diria. Não era bem o que eu esperava.

Enfim. Silent Hill tem alguns ótimos takes, cenas bem-feitas, originais, bastante sangue, sonambulismo, crianças malvadas, caça às bruxas, e o Sean Bean d'O Senhor dos Anéis. Eu curti. Mas se você quer uma segunda opnião, aceite a da minha mãe: “Filme tosco que só vendo.”
Heh.

Nota
5 pro filme, mais um ponto pra Dona Radha por ter passado o tempo todo de saia e go-go boots. Grande garota! 🙂 6, então.

Pra Saber Mais
IMDB
Adoro Cinema

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